José Carlos de Freitas

ATÉ O ÚLTIMO HOMEM

“Até o último homem” – aborda a história verídica de Desmond T. Doss, que foi retratada em filme pelo ator Andrew Russell Garfield. Desmond era um médico do exército americano que vai à segunda guerra e se nega a usar armas de fogo em razão da sua fé.

Durante a batalha de Okinawa, Desmond salva 75 soldados feridos, retirando-os da linha de tiro inimiga. Seu trabalho como médico mostrou-se tão relevante quanto dos que dizimavam os inimigos com armas. Ele foi condecorado com honras militares pelos relevantes serviços prestados na salvação de muitos, sem disparar um tiro.

A bíblia diz que “o verdadeiro amor lança fora o medo”, IJo 4:18. Desmond despiu-se do medo, e revestiu-se de coragem e amor pelos seus. Seu empenho no resgate e cuidado dos feridos proporcionou salvação a muitos combatentes.

Hoje é o dia do HOMEM BATISTA, e, tal como nosso herói de guerra, também estamos posicionados na sociedade e em nossa comunidade de fé com integridade, senso de responsabilidade cristã e cidadania no serviço a todos.
Nossa relevância como homens começa em nossa família, no exercício do nosso propósito, quando buscamos o cuidado e interesse alheios, assim como Cristo, que obedeceu ao Pai, abdicando da sua vontade.

Igualmente a Desmond, Paulo, o apóstolo, e o próprio Cristo, nós, homens batistas, nos submetemos ao risco voluntário não calculado, ao serviço cristão, em favor daqueles que devem provar da salvação, II Tm 2:10.

Enquanto resgatava seus amigos da morte, em pleno os tiros inimigos, Desmond fazia a seguinte oração, e que também é a nossa oração como Homens Batistas: “Deus, me ajude a salvar só mais um”.

Somos os Homens Batistas da PIB de Nilópolis

Pastor Edvaldo Sousa

Sede Fortes e Corajosos!!!

“Sede fortes e corajosos; não temais, nem vos atemorizeis diante deles; porque o Senhor vosso Deus é quem vai convosco. Não vos deixará, nem vos desamparará.” (Dt. 31:6)

Na fé em Deus, Ele não nos deixará, nem nos desamparará – não nos deixará sozinhos, mas estará sempre presente para nos ajudar e nos fazer bem sucedidos em nossos empreendimentos e nas realizações dos nossos sonhos, nossos desejos . Essa promessa, embora feita nesse momento particularmente a Israel e Josué, ainda pertence a todos os crentes, a todos nós, (Hebreus 13:5). Pois o Senhor, nosso Deus, é Deus misericordioso; ele jamais nos abandonará, nem nos destruirá, nem se esquecerá da aliança que com juramento fez a nós e os nossos antepassados. “Quando vocês forem à guerra contra os seus inimigos e virem cavalos e carros, e um exército maior do que o seu, não tenham medo, pois o Senhor, o seu Deus, que os tirou do Egito, estará com vocês”(Dt. 20;1); pois o Senhor, o nosso Deus, nos acompanhará e lutará por nós contra os nossos adversários, para nos dar a Vitória. Sejamos fortes e corajosos. O Senhor jurou, prometeu aos seus antepassados que lhes daria a herança e nós o seu povo estamos incluídos, porque somos filhos também das Suas promessas.

Sejamos fortes e corajosos! Não nos apavoremos, nem nos desanimemos, pois o Senhor, o nosso Deus, está e continua sempre conosco por onde andarmos. Não tenhamos medo do que vier! Sejamos fortes! o Senhor, o nosso Deus, está sempre do nosso lado. Ele não nos deixará nem nos abandonará, pois conosco está a Sua força, o Poder maior, que nos ajuda a vencer as tempestades que nos afligem e nos perturbam em nossa caminhada.“O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei temor? O Senhor é o meu forte refúgio; de quem terei medo? (Sl. 27:1. Por isso não tema, Ele mesmo é quem disse: “ pois estou com vocês; não tenham medo, pois sou o seu Deus”. Eu fortalecerei e o ajudarei a todos vocês que me buscam de todo o coração; Eu o segurarei com a minha mão direita e lhes ajudarei a caminhar em busca da vitória. Portanto Igreja do Senhor, estejamos sempre vigilantes e mantenhamos firmes na fé. Sejamos homens e mulheres corajosos, sempre fortalecendo no Senhor e na força do Seu Poder. AMÈM!!!

Pr. Edvaldo Sousa
Ministro de Música PIBN

Pastor Edvaldo Sousa

CRESCEI NA GRAÇA DE DEUS!!!

“Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém” (2 Pe 3.18).

A bíblia é a revelação de Deus para o ser humano. Não existe outro meio com tanta autenticidade que dê condições legitimas de conhecermos Deus. A falta do conhecimento bíblico gera crentes fracos e sem alicerce profundo no que diz respeito a conhecer a Deus. Sabemos que a oração é também um meio de relacionamento com Deus, mas, para a oração se tornar eficaz é preciso conhecer a Deus através da sua palavra.

Os pais da igreja, apóstolos e reformadores escreveram sobre a importância de conhecer a Deus através da sua palavra e consequência desse conhecimento é uma vida de rendição através da oração.

Em Oséias 4: 6 está escrito: meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento. A falta de conhecimento não é sobre as falsas doutrinas, religiões, mitologias, é sobre o próprio Deus. Crescimento depende de vida. Isto é tão verdade espiritualmente quanto fisicamente.  Nós nascemos e depois crescemos. A Bíblia nos ensina que todos nós entramos no mundo espiritualmente mortos (Ef 2:1-3). Ser religioso não é suficiente. Jesus disse ao fariseu religioso Nicodemos (João 3:3), “Se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus”. Só Deus pode dar vida nova. Sem vida nova, o cristianismo torna-se moralismo. O cristianismo genuíno é uma questão da vida de Deus na alma do homem. Para crescermos, temos que nascer de novo. Crescimento é uma necessidade e não uma opção. A vida cristã é como andar de bicicleta: se nós não estamos nos movendo para frente, nós caímos.

O crescimento espiritual é um processo, não é instantâneo. Nós não podemos perceber a mudança que tivemos em nossas vidas, mas devemos ser capazes de olharmos para trás e vermos que amamos a Cristo mais agora do que há cinco anos atrás. Portanto, cresçamos na graça que vem do Senhor e Salvador Jesus Cristo. O princípio geral é: ” Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (1 Ped 5:5b). Crescer na graça envolve chegar a um maior entendimento sobre a santidade de Deus, sua justiça e Soberania; o que também faz com que nós vejamos mais de nossas próprias rebeldias, egoísmo e orgulho. Crescer na graça é ter a consciência de Isaías “Ai de mim, estou perdido”. E assim, vamos enxergar mais e mais de como Deus é grande em amor e graça.

Pr. Edvaldo Sousa (M. M.)

Pastor Edvaldo Sousa

A ÚLTIMA PÁSCOA – A CEIA DO SENHOR

Meus amados, eu gostaria de fazer de maneira bem sucinta, umas poucas observâncias, ou observações que podem ser sugestivas para a compreensão e apreciação da celebração da Ceia do Senhor.

1) É que foi intenção e ordem de Jesus Cristo que a ceia fosse observada; olhada, examinada pelos crentes, pelos seus discípulos para como lembrança contínua, que deixasse impressão de seu sacrifício para remissão de pecados.
2) É que a observância da Ceia devia declarar a fé pessoal no sacrifício de Cristo, como meio de redenção , de unidade coletiva no corpo de Cristo e de expectativa de sua volta.
3) É que a observância da Ceia leva a um Exame próprio espiritual, à Luz do significado da morte de Jesus e de Seu Senhorio sobre a vida.

Tal exame próprio, juntamente com o simbolismo dos elementos e do conteúdo teológico da ordenança, deve fazer do culto através da Ceia, um veículo de Bendita Renovação, purificação e dedicação. Portanto, meus amados, a recordação de Jesus faz lembrar a glória do seu sacrifício, quando Ele leva o povo da desgraça da escravidão do pecado para a glória da redenção.

A recordação de Jesus faz lembrar o seu sacrifício na cruz, que levou a Igreja do Senhor, a Igreja de Deus da escravidão sob o pecado para a liberdade dos filhos de Deus, da tristeza sob o pecado para a alegria do perdão, das trevas da separação de Deus para a luz da glória do seu conhecimento, da servidão em Adão para a redenção em Cristo.

O Culto da Ceia em que se lembra de Jesus significa mais do que recordar uma morte lamentável. O culto da Ceia é a recordação de uma morte que propicia vida. E esse lembrar é tornar viver; tornar real. Rememorar e tornar presente a realidade desse feito. Na Ceia do Senhor, o Redentor dos fiéis é rememorado, e se torna muito real quando os crentes fiéis recordam a sua morte sacrifical. Portanto, lembrar de Jesus é lembrar a Sua vida, bem como a sua morte. Lembrar de Jesus é confessar que Ele é o Senhor Vivo e Príncipe reinante. A ceia é uma ordenança do Senhor com a distribuição do pão e do cálice, que é um símbolo instituído por Jesus para os que crêem na sua morte e ressurreição lembrarem-se do preço que foi a redenção. Esse símbolo que Jesus instituiu de repartir o pão e também distribuir o cálice que Ele mesmo estava tomando, é realmente sublime, porque nós podemos hoje, há mais de dois mil anos depois de Jesus, nos identificar com Ele, repetindo um geste que realizou nos seus últimos momentos antes de ir para a cruz. Portanto Igreja do Senhor, repetir os gestos de Jesus, é como sentir-se presente naquele momento em que Ele estava com os seus discípulos. Então, Juntos e unidos no Senhor, participemo-nos da Sua Ceia.

Pr. Edvaldo Sousa (M.M.)

Pastor Edvaldo Sousa

Salmo 23: O Senhor é meu Pastor!!!

O Salmo 23 é um poema lindíssimo sobre como Deus se relaciona com aqueles que entregam suas vidas a Ele. Quando nós nos sentimos amedrontados, inseguros ou preocupados, o Salmo 23 nos ajuda a ver que Deus está no controle e não vai falhar. Porque ele, o Senhor, é o meu, é o seu, é o nosso pastor e nada nos faltará. “Deitar-nos faz em pastos verdejantes; guia-nos mansamente a águas tranqüilas. Refrigera a nossa alma; guia-nos nas veredas da justiça por amor do seu nome”.

Deus é como um pastor que cuida e protege suas ovelhas com todo carinho. E, se nós O amamos, é porque somos ovelhas do seu pasto que Ele conduz, que nos sustenta e ajuda-nos a encontrar o caminho certo que precisamos para andarmos.

Ele também dá descanso e paz. “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam”.(v.4). Assim como o pastor protege suas ovelhas quando passam por lugares perigosos, Deus cuida de nós quando enfrentamos situações arriscadas. Seus ensinamentos nos guiam, nos orientam, protegendo as nossas vidas na hora das dificuldades.

Sua fidelidade é em todo tempo para conosco: “Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos; unges com óleo a minha cabeça, o meu cálice transborda. Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor por longos dias”.(vs 5-6)

O Salmo 23 é uma afirmação poderosa da nossa fé em Deus. O Senhor é o meu pastor e nada me faltará. Nenhum outro salmo da Bíblia expressa de forma mais poderosa a confiança do rei Davi em Deus. É uma afirmação muito forte de fé, segurança e convicção em Deus, e é difícil imaginar alguém que não conheça de cor o seu primeiro versículo “O Senhor é meu pastor e nada me faltará”.

O desejo de Deus é abençoar o seu povo, suas ovelhas, seu rebanho! Ele quer trazer para nossas vidas coisas boas em 2021. Quer para a sua Igreja o melhor, um futuro de paz e de esperança; porque somente Ele tem a direção certa para cada um de nós, e só precisamos confiar e entregar o nosso futuro a Ele. Portanto, deixemo-nos que Deus continue sendo a nossa herança, o nosso Pastor, e por certo nada nos faltará. AMÉM!!!

Pr. Edvaldo Sousa (M.M.)

Pastor Edvaldo Sousa

SÓ 5 DIAS PARA O NATAL DO MENINO JESUS!!!!

Dezembro é o mês de muitas festas em família. No Brasil o Natal é comemorado em 25 de dezembro e é um mês que simboliza luzes, enfeites, aformoseio, ornamentos. É uma festa religiosa, na qual os cristãos celebram o nascimento do menino Jesus. Na verdade, o dia 25 de dezembro não consta da Bíblia como a data exata em que Jesus nasceu. Algumas teorias, portanto, não reconhecem a possibilidade de Jesus ter nascido em 25 de dezembro. Mas, a data em si não tem importância.

O importante é o simbolismo, ou seja, o que significa o Natal, o que representa para a humanidade o nascimento de Jesus. Não é por acaso que dezembro é um mês com muitas comemorações. A coincidência divina pretende com isso nos mostrar caminhos para a reconciliação, para a paz interior, para a solidariedade e para tudo o mais que possa fazer a humanidade mais feliz. Esse é o presente para o aniversariante do mês. Ele nos ensinou a lei do amor, a única irrevogável. Ele deixou a critério de cada um escolher seus caminhos. Por isso é que veio para nos salvar. A opção de “se salvar” é de cada um de nós. Jesus não nos obriga a nada, tanto que foi condenado à pena de morte, ou seja, uma morte cruel.

Natal é época em que se volta o olhar para a Família. Antes, José, Maria e o menino Jesus; hoje, uma multidão de pessoas de diferentes perfis compõe o núcleo familiar. Mas muito além destas diferenças, o importante é que o ambiente familiar seja sereno e feliz. O mais relevante é sentir que ali há consolo quando chegam às tempestades da vida, e aceitação quando outros viram o rosto. As famílias não são perfeitas, bem se sabe disso, mas são os braços que estarão sempre prontos a abraçar quando for necessário. São um pouco do que cada um é. Pelos mesmos corpos percorre o mesmo sangue, e muitos carregam as mesmas manias. Cada qual com uma configuração, mas todos dando o seu melhor, ainda que seja insuficiente.

Que neste Natal tenhamos mais compaixão ao olharmos os nossos próximos mais próximos, a nossa família, as pessoas que estão sempre ao nosso lado quando necessário, e que saibamos perdoar as falhas que eles cometem, já que também nós as cometemos. Muitos erram tentando acertar. Vale a pena focar na boa intenção por trás daquela correção que pode ter nos causado tanto sofrimento. Nesta época do ano, convido a cada um a voltar a falar com quem discutiu e partilhar a mesma mesa com o coração leve e afetuoso. Natal é momento de união, de alegria, de emoção, de sorriso no rosto. Muitas pessoas passaram por grandes transformações ao longo deste ano, e vão vivenciar o Natal de forma especial, com um significado diferente. Portanto, que neste Natal, possamos passar com as nossas famílias, vivenciando com elas toda a essência do nascimento de Cristo Jesus, o Rei dos reis. AMÉM!!!

Pr. Edvaldo Sousa (M.M.)

Pastor Edvaldo Sousa

ALEGREMO-NOS! ESTÁ CHEGANDO O NATAL!!!

O nascimento de Jesus por meio de Maria não é o início de sua existência. João diz que Ele estava com Deus no princípio. Que Ele fez todas as coisas. Ou seja, antes de sua existência terrena, ele estava com Deus e como Deus, no princípio da criação. Sendo responsável direto por tudo o que veio a existir (João 1:1-5).O que ocorreu com o seu nascimento humano foi a encarnação de Deus, do Verbo. Da Palavra Criadora de Elohim.

Não foi algo aleatório ou sem propósito a sua vinda. Ele veio para resgatar a humanidade que vivia em trevas (Mt 4;16) e mudar os conceitos das gerações.Os seus ensinamentos tinham como finalidade mudar a maneira de pensar das pessoas. Querendo elas ou não, os seus ensinamentos trouxeram direção e uma maneira clara de buscar a Deus por meio de uma adoração sincera e verdadeira.

A figura de João Batista, o precursor,o arauto que preparava o caminho para a vinda do Salvador pela sua autenticidade de vida, foi na verdade o último dos profetas e segundo o próprio Jesus, “mais que um profeta”, “o maior entre os que nasceram de mulher”, o mensageiro que veio diante d’Ele a fim de lhe preparar o caminho, anunciando a Sua vinda (Lc 7, 26 – 28), pregando aos povos a conversão, pelo conhecimento da salvação e perdão dos pecados (Lc 1, 76s). João Batista ao ser o precursor do Senhor o aponta como presença já estabelecida no meio do povo, encarna todo o espírito do Advento. Por isso ele ocupa um grande espaço na liturgia desse tempo. Ele é o modelo dos que são consagrados a Deus e que, no mundo de hoje, são chamados a também serem profetas e profetisas do reino, vozes no deserto e caminho que sinaliza para o Senhor, permitindo, na própria vida, o crescimento de Jesus e a diminuição de si mesmo, levando, por sua vez os homens a despertar do torpor do pecado.

O Nascimento de Jesus Cristo na Bíblia é o Verdadeiro Natal! É um dos grandes acontecimentos da história da humanidade. Ali, o Deus eterno e Criador, estava se revestindo da nossa humanidade e se submetendo as mesmas dores e limitações que nós. É com certeza um dos maiores milagres que a humanidade registra em sua história, além de ser um fato único.Além disso, o nascimento e a humanidade de Jesus nos mostram o quanto Deus nos ama. Não foi algo simples, sem importância. Em Seu Filho, o Criador estava dividindo a história da humanidade.

Jesus nasceu de maneira bastante humilde. Embora Rei e Senhor de todas as coisas. Deus Pai determinou que a grandeza do nascimento de seu Filho se daria na humildade. O nascimento de Jesus iluminou não apenas a Terra, mas também o céu. Anjos do Senhor vieram e anunciaram aos pastores no campo o que estava acontecendo. Deixaram bem claro que isso era motivo de grande alegria. Boas notícias! Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio Dele. (1 João 4:9) AMÉM!

Pr. Edvaldo Sousa (M.M.)

Pastor Edvaldo Sousa

ESTÁ CHEGADO O NATAL!!!

Nós, Igreja do Senhor Jesus, iniciamos, neste 1º domingo de dezembro, dia 06, o tempo de preparação para o Natal de Jesus, onde todos os cristãos se preparam com alegria para adorar a Deus por ter nos enviado o Messias, o nosso Salvador.

A chegada do Messias foi o maior Advento que houve na face da terra e, foi anunciado pelo Profeta Isaias no capítulo 9, trazendo aos corações do povo grande esperança. Isaías prometeu que Deus enviaria luz e alegria por meio do nascimento de um menino que quebraria o jugo da sua carga (v. 4) e, que Ele seria chamado de “Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (v. 6). Todos esses nomes se referem ao Messias o Rei dos reis.

Isaías é o profeta que, durante os tempos difíceis do exílio, levava a consolação e a esperança ao povo anunciando a libertação. Ele fala de um novo e glorioso êxodo, da criação de uma nova Jerusalém, reanimando assim os exilados. As principais passagens deste livro são proclamadas durante o tempo do Advento num anúncio perene de esperança para os homens de todos os tempos e, no capítulo 7 do seu livro já anuncia a vinda do Senhor Jesus.

O natal é um tempo de alegria porque, traz a nossa memória todos esses acontecimentos que antecederam a chegada de Jesus ao mundo. As figuras bíblicas do Tempo do Advento: Destaca-se a figura de Maria, a mulher que é serva, a mulher que creu e obedeceu a ordem do anjo que a visitou naquela noite e anunciou que a mesma seria mãe do filho de Deus.

Hoje temos um coração agradecido pelo grande amor que Deus revelou a humanidade. “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade”João 1:14. AMÉM.

Pr. Edvaldo Sousa (M.M)

Pastor Edvaldo Sousa

Quem São os Levitas e os Ministros de Música?

A expressão “Levita” vez por outra, é comumente ouvida nas comunidades de fé em relação aos músicos que atuam nas celebrações litúrgicas nas igrejas, especialmente àqueles que atuam nas chamadas “equipes de louvor”. Seria esse a aplicação correta do termo? Mas quem são os levitas? A Bíblia fala sobre a importância da música no culto. No tempo de Davi e Salomão, o Ministério de Música era uma parte integral do culto hebraico. Os músicos vinham da tribo levítica e eram obreiros de tempo integral, separados para o trabalho do Culto. “Dos trinta e oito mil levitas, quatro mil foram separados para servir ao Senhor, com os instrumentos musicais feitos por Davi” (I Crônicas 23:1-3)

Em I Crônicas são encontrados os deveres dos diferentes levitas e, dentre eles, os músicos. Quenanias, chefe dos levitas músicos, foi citado como encarregado de dirigir os cânticos (I Crônicas 15: 22). Os levitas eram pessoas separadas para ministrar a vida espiritual de Israel. Eles tinham também a responsabilidade de cuidado e manutenção do templo. A questão fundamental é que nos tempos do Antigo Testamento, todo músico era levita, mas nem todo levita era música.

Os levitas músicos do Antigo Testamento, poderemos dizer que são os Ministros de Música que atuam nas igrejas evangélicas atuais, ressaltando que mesmo com menos funções não exercem com perfeição o seu ofício de levitas como no tempo do rei Davi.

No ano de 1969 o bacharel em Música Sacra pelo STBSB, Almir Rosa, passou por um Concílio e foi consagrado a Ministro de Música. Ele assumiu o seu primeiro ministério de música de tempo integral com remuneração, na Igreja Batista em Vila Brasilândia-SP, e o seu segundo ministério foi também em SP, na Igreja Batista da Liberdade e por último, já há muitos anos atua no Ministério de Música da Igreja Batista em Praia do Canto em Vitória-ES. Almir Rosa foi na verdade o nosso precursor, nosso primeiro músico batista à assumir a função de Ministro de Música remunerado. Ele abriu o caminho para outros, como por ex. (Westh Ney, Pr. Marcílio Oliveira, Urgél Loto) e muitos outros por todo o Brasil.

Nós somos muitíssimos agradecidos a Deus por esta dádiva divina que veio do Seu coração para os nossos corações. Agradecemos também aos pastores que, principalmente no início apoiaram o Ministério da Música em suas igrejas. Parabenizamos a todos os Ministros e Ministras de Música pelo nosso dia, 4º domingo de novembro de 2020; pois já faz 51 anos que esse ministério se iniciou nas igrejas batistas brasileiras. Que Deus continue nos usando e nos abençoando nessa Missão para o louvor da Sua Glória. AMÉM!!!

Pr. Edvaldo Sousa (M.M.)

Pr. Edvaldo Sousa

A MÚSICA E SUA IMPORTÂNCIA NA REFORMA PROTESTANTE

A música foi o veículo mais eficaz no processo de divulgação da Reforma Protestante. Martinho Lutero, o Reformador, teólogo que em sua época enfrentou o domínio da Igreja Romana, era também um homem de especial talento musical. Com as letras de seus cânticos, dos seus hinos, ele conseguiu alcançar, utilizando a música como mensageira, a um grande número de pessoas, muitas que não sabiam ler, divulgando assim os acontecimentos, os ideais da reforma e o Evangelho.

Hoje, as nossas igrejas evangélicas têm suas raízes nas mudanças históricas, teológicas, sociais e políticas vindas da época da Reforma Protestante. O cântico congregacional no culto foi uma das excelentes iniciativas de Lutero; pois, na época que Ele era Monge, o canto executado, ensinado, estudado, era o canto gregoriano/ cantochão, ou seja, uma música plana, que era privilégio do clero e do coro formado por homens que estudava este estilo, ou seja, uma forma de cantar.

Os cânticos surgidos na época da reforma tinham originalmente um impulso de propaganda e prontidão às provações deste movimento. Foram difundidos pelas ruas entre o povo, eram cantados em encontros de novos adeptos, em língua materna, o alemão. Esta foi à principal mídia dos protestantes. Com o passar do tempo esses cânticos eram aprendidos por um crescente número de pessoas, que os entoava também em seus lares, em encontros de oração e posteriormente em cultos nas igrejas.

E nós estamos atentos, pois em 31 de outubro de 2017 comemorou-se o quinto centenário da Reforma, ou seja, este ano de 2020 somam-se 503 anos da reforma. Na opinião de muitos estudiosos da Reforma Protestante, este foi o mais importante fato do Cristianismo na era DC!

Lutero é até hoje a grande inspiração testemunhal cristã, que a todos lembrou que a eficácia da mensagem do Evangelho está na compreensão e aceitação da Graça de Deus. AMÉM!!!

Pr. Edvaldo Sousa (M.M.)