Primeira Igreja Batista em Nilópolis

OS DESAFIOS DA MOCIDADE

Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós, e já vencestes o maligno. (1 Jo 2:14)

Definitivamente essa fase de Adolescentes/Jovens é um dos momentos mais belos da vida, é quando enfrentamos nossos conflitos internos, recheados de mudanças e muitas delas não temos a mínima ideia de como iremos passar. O mundo é realmente descortinado diante de nós e as experiências começam a ganhar outra dimensão, pois começamos a ter senso de responsabilidade por aquilo que fazemos e por nossas escolhas. A vida se torna desafiadora.

Por estes e outras razões é que João em sua primeira epístola nos diz que somos fortes e que a Palavra de Deus é viva em nós, apesar de nós, e com isso já vencemos o maligno e todas as mazelas que nos assombram na caminhada cristã nessa fase juvenil.

Paulo escrevendo a Timóteo também nos lembra:

…E você, Timóteo, fuja das paixões da mocidade e procure viver uma vida correta, com fé, amor e paz, junto com os que com um coração puro pedem a ajuda do Senhor. Fique longe das discussões tolas e sem valor, pois você sabe que elas sempre acabam em briga. .(2 Timóteo 2.22-24)

Não é uma fase de sabedoria mas é nela que fazemos e decidimos plantar boas sementes afim de colher bons frutos, não é a fase de grandes conquistas mas de longas e árduas caminhadas, se preocupando em qual é o próximo passo que Deus nos mostrará. Sempre olhando para o Autor e Consumador da nossa fé – Jesus Cristo.

Prª. Gilmara Pina @gilmara.pina

Primeira Igreja Batista em Nilópolis

MISSÕES URBANAS PARA O PÚBLICO INFANTIL

Após dois anos de recesso, a Escola Bíblica de Férias está de volta como só a PIBN sabe fazer: Classes bíblicas, brincadeiras e evangelismo todos os dias. Entendemos que quanto mais cedo lançarmos a semente da fé nos coraçõezinhos, mais oportunidade ela tem de florescer e produzir frutos. Ao mesmo tempo que evangelizamos as crianças, temos também a oportunidade de falar aos pais e assim cumprir o IDE de Jesus Cristo sem sair de nossa Cidade.

Mas para a realização da EBF este ano temos um pequeno problema: O orçamento da Pastora Gilmara foi reduzido em 70%, isso mesmo, ela recebia 100% do valor orçado em 2018, mas devido às contenções impostas pela pandemia e uma queda nas receitas ela só poderá contar com 30% do que já era pouco para o muito que fazia.

Uma solução encontrada pelo conselho gestor foi dividir os custos buscando adoção para a criançada. Vai funcionar assim: Cada criança custa em média R$ 12,00 por dia, incluindo material didático, ornamentações e o lanchinho que não pode faltar. Como a EBF dura cinco dias, então o custo per capita sobe para R$ 60,00. Se vamos fazer uma EBF para 400 crianças é só fazer a multiplicação: R$ 24.000,00.

A fórmula perfeita para atender essa demanda é dividir os custos pelo maior número possível de pessoas, então estabelecemos o valor de R$ 60,00 reais por adoção, mas se você puder, adote duas ou mais crianças e teremos a oportunidade de abençoar mais famílias.

Adote uma ou mais crianças e ore pela vida da Pastora Gilmara que é a responsável pela realização desta verdadeira cruzada de evangelização infantil em nossa Cidade.

Pastor Levy de Abreu Vargas

Primeira Igreja Batista em Nilópolis

HONRA

Honrar é homenagear a virtude, o talento, a coragem, a conduta virtuosa e proba de alguma pessoa, ou grupo de pessoas. Honramos as autoridades, os artistas e os mestres intelectuais de grande saber. Honramos também a memória de líderes políticos cuja vida e conduta nos inspiram por gerações seguidas.

Quando estive na Índia, fiz questão de visitar o Panteão Nacional erigido em honra a Mahatma Ghandi. Fiz uma prece de gratidão pela vida dele e deixei uma flor solitária sobre seu túmulo. Na Itália visitei o Campo das Flores em Roma. Na praça principal há um monumento erguido em honra a Giordano Bruno, filosofo morto pela Igreja Católica em 17 de fevereiro de 1600. Não é o lugar, nem os monumentos, mas os dotes morais que esses nomes evocam. Estar ali é uma forma de lembrar a importância do que eles foram e continuam sendo.

A honra começa na família. No primeiro mandamento bíblico das relações sociais está escrito: “Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem seus dias sobre a face da terra que o Senhor teu Deus te dá.” Êxodo 20.12. O Apóstolo Paulo interpreta esse versículo de maneira ainda mais ampla, e diz: Honra a teu pai e tua mãe para que te vá bem e vivas muito tempo sobre a terra. Efésios 6.2-23.

A honra é algo que deve ser ensinado e aprendido. Ela começa na família com os pais ensinando seus filhos (pois se não ensinarem como aprenderão?), primeiramente a respeitarem a autoridade espiritual que eles representam, depois sobre a honra aos mais velhos, aos professores, às autoridades legitimamente constituídas e assim formando uma personalidade saudável para o bem deles e das relações comuns.

Honra é dignidade. Não é bajulação. Não é fraude. Não é troca. Honramos as pessoas pelo que elas são, pelo que representam, pelo que fazem ou fizeram para o bem comum. O apóstolo Pedro encerra um parágrafo de sua primeira epístola dizendo: Honrai a todos. Amai a fraternidade. Honrai o Rei.

Pastor Levy de Abreu Vargas

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“Muito Figura”

Ela é muito figura! Quem conhece Dircéa se apaixona! Mãe, amiga, confidente, protetora, incentivadora, adora fazer gracinhas! E nós amamos rir com ela (e dela!!).

Com ela, vivemos a cumplicidade, recebemos os conselhos dos mais inusitados, cuidado e amor sem igual para os 8 filhos, sendo um gerado no coração, 11 netos, 4 bisnetos, noras, genros e quem mais chegar! Muitos nesta trajetória tão encantadora decidiram adotá-la como mãe ou avó! Isso é simplesmente resultado de muito amor compartilhado.

Nossa mãe querida e tão amada nos apoia sempre e faz de tudo pra ver sua família feliz. Somos frutos da sua vida, trabalho abnegado e dedicação. Nossa história não existiria sem a dela…

Somos felizes e realizados porque Deus usou esta mulher pra nos gerar e nos amar incondicionalmente! Somos mais felizes ainda porque dos seus lábios ouvimos mensagens faladas e cantadas sobre Jesus…

Deus tem permitido que ela veja os filhos dos filhos de seus filhos, o que é benção sem medida! Que venham muitos anos com saúde, paz e alegria para esta que é nossa rainha, exemplo e inspiração.

Dircéa, te amamos de todo coração.
Feliz dia das mães!

Pastor Levy de Abreu Vargas

TÚMULO VAZIO E CORAÇÕES CHEIOS

O Shabat é o dia mais sagrado para os Judeus. Começa com o pôr de sol da sexta-feira e termina da mesma forma no sábado. Jesus expirou por volta das 15h de sexta-feira. Pouco mais tarde José de Arimatéia foi a Pilatos e pediu o corpo dele para sepultá-lo, posteriormente apareceu Nicodemos com um composto de mirra e aloés e ambos o envolveram em lençóis e o depositaram em um sepulcro recém escavado na rocha e fecharam a entrada com uma grande pedra. Algumas mulheres acompanharam de perto todo o processo.

No sábado ninguém podia fazer nada, exceto descansar e ir ao Templo para o serviço religioso, mas os Príncipes dos sacerdotes e alguns fariseus, quebrando a Lei que eles mesmo ensinavam, foram a Pilatos e pediram que o túmulo fosse lacrado e soldados ficassem de sentinela para que ele não fosse violado, e assim foi feito.

Mas nem a ordem, nem o selo, nem os soldados foram suficientes para impedir o propósito de Deus. No domingo bem cedo, ainda de madrugada, algumas mulheres foram ao sepulcro de Jesus para o prantearem, mas tiveram uma surpresa: Não havia soldados, nem lacre e a grande pedra tinha sido misteriosamente removida, o túmulo estava aberto, vazio e um jovem com roupas brancas estava assentado no lugar onde o tinham depositado. Foi esse mesmo homem quem disse a elas: Ele não está aqui, ele ressuscitou, vinde e vede o lugar onde ele estava. Ato contínuo, a notícia se espalhou como fogo na palha e os sentimentos eram contraditórios: os judeus negando a versão dos fatos, os discípulos jubilosos com a verdade.

Judeus e discípulos estavam com os corações cheios, mas de sentimentos opostos. O túmulo vazio para uns não tinha o mesmo significado para os outros, e essa realidade se revela a mesma vinte séculos depois.

Penso que esse é e deve ser um momento de profunda reflexão para todos nós. Como está o seu coração?

Pastor Levy de Abreu Vargas

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JOSÉ SARAMAGO E A IGREJA

Pouca gente sabe, mas José de Sousa Saramago foi o escritor português mais célebre na história recente. Ele ganhou o prêmio Camões de 1995, o mais importante prêmio literário da língua portuguesa, e em 1998 foi coroado com o prêmio Nobel de Literatura. Ganhou muitos outros prêmios, mas também recebeu críticas e sofreu perseguições até mesmo da Igreja católica em pleno século XX.

Estávamos em Lisboa, o dia estava frio e ensolarado, muito próprio para caminhar, visitar monumentos históricos e conhecer um pouco do nosso passado, já que nossas raízes são portuguesas “com certeza”. Fomos então à fundação Casa dos Bicos onde uma exposição em celebração ao seu centenário de nascimento estava sendo exibida, e foi uma imersão na vida do autor de: Ensaio sobre a Cegueira, Ensaio sobre a Lucidez, Memorial do Convento, e o Evangelho segundo Jesus Cristo, entre outros títulos. Fizemos também uma parada sob o Carvalho centenário onde, a seu pedido, suas cinzas foram depositadas. Respeito à memória de um homem que contribuiu muito com sua geração.

Por mais irônico que possa parecer, Saramago era ateu, céptico, sarcástico, demolidor de mitos e irônico em suas narrativas, tanto na desmistificação da história convencional, como na censura dos desvios contemporâneos. Em uma entrevista concedida em fevereiro de 1994 ele disse o seguinte: “Se o homem não for capaz de organizar a economia mundial de forma a alimentar a humanidade, e esta vier a padecer fome, que humanidade é essa? Nós que enchemos a boca com a palavra humanidade, ainda não chegamos a isso, então não somos humanos, talvez cheguemos a sê-lo, mas falta muito. Vivemos ao lado de tudo que é negativo, como se não tivesse qualquer importância, a banalização do horror, da morte, da violência, sobretudo se isso acontece aos outros e não a nós…Enquanto a consciência das pessoas não despertar isso continuará.”

Confesso que isso me fez refletir. O que ele fala sobre a civilização, podemos aplicar ao microuniverso que é a Igreja, Nilópolis e Rio de Janeiro. Se tudo que acontece à nossa volta não nos diz respeito, o quê, de fato é importante para nós? Já pensamos nisso? O triste é que essa lição vem de um ateu, porque os crédulos não estão fazendo corretamente o dever de casa.

Pastor Levy de Abreu Vargas

Pastoral da PIB Nilópolis

A GRAÇA É PARA QUEM QUER

“A fé é simplesmente a sua resposta à mensagem do amor e da Graça de Deus”. (Shane Callahan)

Não há dúvida que devemos viver de modo digno do amor de Deus. Inaceitável é que devamos viver de modo que nos tornemos dignos do amor de Deus.
Pensar que devemos agir de modo a ser recompensados com o amor de Deus é a proposta do legalismo. E o legalismo é um peso, que não conseguimos suportar sem sofrer, uma farsa, porque somos incapazes de fazer sempre o que é certo, e uma mentira, porque Deus não age como se humano fosse.

O amor de Deus não é como o nosso, que precisa ser alimentado com respostas. Ele nos amou primeiro, quando éramos completamente indignos. Deus nos ama não por nossa bondade, mas por causa da bondade dele.
Embora arraigada, a ideia de que devemos fazer algo para merecer a Graça de Deus (em forma de salvação ou de bênção) é a mais completa negação da Graça que Jesus veio anunciar, apresentar e disponibilizar.

Diante do nosso pecado, Deus entra em ação, oferecendo-nos perdão completo. Ele não oferece perdão a quem merece, mas a quem precisa. Ele não envia recursos a quem merece, mas a quem carece. Ele não abre a porta do céu a quem merece, mas a quem deseja. Ele não distribui bondades a quem merece, mas a quem almeja.

Como Graça não se impõe, Deus nos estende sua mão e espera que estendamos as nossas para recebermos o que precisamos e Ele quer nos dar. E Ele insiste:
“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo”. Apocalipse 3.20

Pr. Israel Belo de Azevedo

Primeira Igreja Batista em Nilópolis

PARA VIVER A COMPAIXÃO

Quando vemos algo errado à nossa volta, tendemos logo a julgar e a condenar. Quando recebemos um insulto, é comum respondermos com outro insulto, geralmente mais pesado. Quando vemos uma necessidade, podemos ignorá-la ou imaginar alguém que possa atendê- la, não nós. Podemos fazer outras escolhas. Diante de algo errado, podemos esperar até que a Graça de Deus julgue. Depois de examinar o assunto e precisarmos julgar, que julguemos com graça, que é como gostaríamos de ser julgados no nosso caso. Quando insultados, podemos deixar que a Graça de Deus nos envolva, antes de reagirmos.

Diante da necessidade do outro, podemos nos esforçar para supri-la com uma palavra significativa, quando só uma palavra basta, ou com um gesto efusivo, quando ele pode mudar as coisas.

Quando pensamos e agimos com graça, nunca nos arrependemos. E não podemos dizer o mesmo do contrário. Estamos prontos para viver a compaixão. Alcançamos nosso apogeu espiritual e emocional quando ajudar se torna nossa alegria, uma grande alegria. Somos felizes quando ajudamos sem notar que ajudamos. Somos plenos quando procuramos formas de ajudar naturalmente. Entendemos o sentido da vida quando ajudar não é um verbo que conjugamos para impressionar. Compreendemos a nossa missão quando não precisamos de aplausos, e por isto não os buscamos, quando fazemos o bem. Estamos bem quando, se possível, nosso gesto fica anônimo. Estamos realmente bem quando, numa reunião em que nomes são mencionados, não esperamos a citação do nosso. Esqueceram-nos? Não nos importa.

Estamos em harmonia com o ideal de Jesus quando ajudar é para nós um privilégio; tendo tido o privilégio de receber, temos o de dar.
O nosso coração pulsa no compasso da Graça de Deus quando o compromisso de ajudar não é um peso, nem uma prisão, mas leveza e liberdade. Quando a nossa mente se concentra em fazer o bem, sem desistirmos, apesar da maldade em volta, ela se torna alegremente centrada em Cristo. Ajudar alegra. Ajudar nos alegra.

Afinal, “Jesus Cristo deu a si mesmo por nós, a fim de nos remir de toda iniquidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, dedicado à prática de boas obras” (Tito 2.14).

Israel Belo de Azevedo

Exemplo de Compaixão

Exemplo de Compaixão

Março é o mês da mulher. Um tempo de lembrarmos os direitos e conquistas de cidadãs muitas vezes vistas como frágeis, mas que são preciosas ao Reino de Deus. E neste ano, para representar todas neste mundo que têm suas dores e lutas, Missões Mundiais conversou com a missionária Natasha Matveyev. Esposa do missionário Lyubomyr Matveyev, e mãe de dois adolescentes, ela vive o drama de uma guerra.

O campo missionário de Natasha, a Ucrânia, foi invadido por tropas militares da Rússia no dia 24 de fevereiro. Assim como ela, milhares de ucranianas se viram obrigadas a deixar suas casas, juntamente com suas famílias. Outras não tiveram a mesma sorte e foram alvos de soldados ou mísseis russos.

Em uma conversa com Natasha por WhatsApp, deu para perceber que não existe sexo frágil. O que existem são seres humanos, fortalecidos e guardados pelo todo poderoso Deus. Pessoas que confiam num exército de servos do Senhor, cuja maior arma é a oração.

Missões Mundiais tem levado apoio emergencial às igrejas batistas ucranianas lideradas pelos nossos missionários para o desenvolvimento de ações humanitárias de acolhimento e distribuição de alimentos; e acolhimento de missionários e suas famílias em duas cidades estratégicas da Ucrânia e da Polônia, com previsão de 35 pessoas atendidas inicialmente. Será iniciado também um Centro Humanitário, na Polônia, para atendimento a refugiados da guerra.

Você também pode ajudar, por isso, fique atento a tudo que a PIBN estará promovendo durante o mês de março, pois a nossa intenção é te ajudar a viver a compaixão.

Missões Mundiais
Adaptação: Pr. Edgar Senna Rangel.

Ouça a entrevista completa aqui

Primeira Igreja Batista em Nilópolis

Viva a compaixão

A escolha do tema da campanha de Missões Mundiais para 2022 está diretamente ligada ao momento em que a humanidade viveu nos últimos dois anos. Lidar com a pandemia da Covid-19, que nos trancou em casa, nos afastou de pessoas queridas e nos fez enxergar a morte mais de perto, nos levou a pensarmos menos em nós e mais em Cristo e enxergarmos como Deus opera milagres em nosso cotidiano. E o que é viver a compaixão, senão vivermos em favor do próximo?

No final da sua carta aos Gálatas, o apóstolo Paulo escreveu: “Sem mais, que ninguém me perturbe, pois trago em meu corpo as marcas de Jesus” (6.17). É impossível viver a compaixão de Cristo sem ter Suas marcas em nossas vidas. Paulo as teve. Agora é a nossa vez de carregarmos as marcas de Jesus em nossas vidas.

O dicionário nos diz que “compaixão” significa compreender o estado emocional de outra pessoa. O sentimento de compaixão está associado a um desejo de aliviar ou minorar o sofrimento de alguém, bem como demonstrar especial gentileza para com aqueles que sofrem. Ou seja, é um sentimento que nos leva à ação de ajudar.

Quando vivemos a compaixão de Cristo, o serviço vem naturalmente e as pessoas se abrem para o Evangelho.
A compaixão era o que movia Cristo às multidões, como em Marcos 6.34, “Pois Jesus saiu do barco e viu uma grande multidão, teve compaixão deles”.

E assim como um vírus, a compaixão também é contagiosa. Mas ao invés de levar ao fim, ela produz vida!

Talvez hoje você não possa demonstrar sua compaixão por pessoas de outros países de forma presencial, assim como têm feito os missionários de Missões Mundiais, mas pode concretizá-la através de suas ofertas e orações. Ou quem sabe falando a outras pessoas com grande amor pela obra missionária. A sua demonstração de compaixão pelo próximo pode mobilizar muitos.

Em cada situação, Deus nos traz uma lição. E na pandemia não foi diferente.

Aprendemos que para viver a compaixão fora de casa, temos que vivê-la dentro de casa.

Ao longo desta campanha, você e sua igreja serão motivados a viver a compaixão de Cristo de forma prática, amando e servindo ao próximo. É tempo de deixar Cristo viver em você.

Viva a compaixão!

Pr. João Marcos Barreto Soares
Executivo de Missões Mundiais