Pastoral da PIB Nilópolis

PLANO NACIONAL DE EVANGELIZAÇÃO

“Ora, o Deus da paciência e da consolação lhes conceda o mesmo
modo de pensar de uns para com os outros, segundo Cristo
Jesus, para que vocês, unânimes e a uma só voz, glorifiquem o
Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.” Romanos 15.5,6

O atual cenário brasileiro aponta para o fato de estarmos diante de uma grande oportunidade para criação de um novo movimento para a evangelização de nossa nação. Com mais de 150 anos dos primeiros esforços evangelísticos no Brasil e diante de tantas demandas e oportunidades inseridas no contexto pós-pandemia, torna-se urgente atender ao desafio para elaboração de um novo Plano Nacional de Evangelização (PNE).

Em 1965, os batistas brasileiros marcaram a história com a grande campanha “Jesus Cristo é a Única Esperança”. Passados 21 anos, em 1986, um segundo momento foi decisivo com a implantação dos NEBS (Núcleos de Estudos Bíblicos). Compreendemos que desenvolver um novo Plano Nacional de Evangelização de modo contextualizado é urgente e inadiável. E ao estudarmos a história das grandes ações de evangelização de nossa denominação, as principais marcas foram:

1 – A unidade do nosso povo em torno de um único objetivo;

2 – Preparação espiritual e capacitação para ações intencionais de evangelização;

3 – A busca das ovelhas que estão desgarradas do aprisco do Senhor.

Desde as nossas primeiras campanhas de evangelização e até mesmo a experiência muito bem-sucedida do primeiro Plano Nacional de Evangelização, nos mostram a grande oportunidade de unidade para o enfrentamento de grandes desafios desta geração, como programas para alcançar
pessoas desigrejadas, e para revitalização e crescimento de igrejas, por exemplo.

Este novo plano, elaborado pela Convenção Batista Brasileira e pelas Convenções Estaduais, tem como base um diagnóstico das principais fraquezas e oportunidades desse tempo, mas, na ponta, estão as igrejas e, mais ainda, seus membros.

Mencionar o PNE na Campanha de Missões Nacionais é continuar enfatizando a responsabilidade das igrejas, através de seus membros, de orar e agir para alcançar pessoas na própria comunidade da igreja, e contribuir para o alcance de pessoas em locais onde a igreja não pode ir. Alcançar pessoas, aqui e lá.

Extraído da Revista da Campanha 2023 da JMN.