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Pastoral PIB Nilópolis

INTERCESSORES 1T5.17

Na noite do dia 21 de outubro fiz um apelo no ZAP para que alguns irmãos orassem comigo em favor da saúde do irmão José Carlos Dias de Freitas, ministro de missões da Igreja. Como o propósito era só para aquele noite, ao encerrar o período, encerramos também o grupo. Mas a história não terminou aí. Seu estado agravou-se, então fizemos um novo grupo em 28/10 com o propósito de encerrá-lo somente quando nosso irmão deixasse o hospital.

Muito bem, José Carlos deixou o hospital em 13/11, fez as provas que faltavam para concluir seu curso de acesso ao posto de Oficial superior da Polícia Militar, fez um ensaio fotográfico com a família e todos os formandos, e veio à Igreja em 24/11 para agradecer. Mas o grupo continuou e vai continuar porque esta é a vontade de Deus e das pessoas que dele participam. O grupo não é mais do Pastor, nem da Igreja, é de todos.

Funcionamos assim: Todos os dias às 23h iniciamos as orações onde estivermos. Houve um dia em que retornávamos de uma viagem e paramos em um posto de gasolina por cerca de 30 minutos para orar com o grupo, depois continuamos a viagem. A questão não é onde, mas quando interrompemos nossas ações para discretamente interceder pelos pedidos que são enviados. O grupo não é rígido, se você não pode às 23h, pode fazê-lo em outros períodos do dia ou da noite, o importante é orar.

Fomos bastante ecléticos na formação dele, o único critério que usamos foi o de colocar pessoas que sabidamente creem no poder da oração. Assim, temos irmãos de Curitiba, São Paulo, Tocantins, Salvador, Rio de Janeiro e até fora do país. Assim como há irmãos de vários lugares, há também pessoas de várias Igrejas e isso nos une ainda mais. O nosso vínculo é o amor comum em Cristo Jesus.

Nosso grupo completou seu primeiro mês de vida no último dia 28/11 que, por coincidência, foi também o dia MUNDIAL DE AÇÕES DE GRAÇAS. Naquele dia criamos uma logo e uma divisa que vai nos representar. Ela será a marca dos intercessores enquanto o grupo durar.

Pastor Levy de Abreu Vargas

Boletim PIB Nilópolis

“A MÚSICA É FILHA DOS CÉUS”

Em uma das muitas citações de Martinho Lutero, aprendemos que: “A MÚSICA É FILHA DOS CÉUS E O HOMEM QUE VERDADEIRAMENTE A AMA NÃO PODE TER SENÃO BONS SENTIMENTOS”.

A música é filha dos céus. É algo que tem conotação eterna. A música de Deus é um agente poderoso do BEM. A sua eficiência nos aproxima da soberania divina e nos conduz à adoração verdadeira e inteligente. Não há como defini-la, é algo especial, que veio como presente, como dádiva dos céus, e nós como igreja do Senhor, precisamos entender melhor e nos conscientizar de que a música é uma arma espiritual em nossa luta cristã. Os seus benefícios são sempre favoráveis aos corações sensíveis. Sua força pode suscitar pensamentos, despertar simpatia e derrotar os inimigos do Senhor.

A música é na verdade, uma arma poderosa em nossas mãos e é bom lembrarmos-nos da história de Josafá, que está registrada no A.T no livro de II Crônicas 20: 14-23, quando a música foi usada como única arma para derrotar os inimigos do Senhor, que procuravam destruir o povo, o exército de Deus.

Nós, como povo eleito e músicos escolhidos por Deus para educar, instruir, incentivar e conscientizar as pessoas à verdadeira adoração, devemos lutar por esta causa tão sublime e juntos promover a harmonia, a ação e o bem. Através da música e de sua essência, nós podemos banir a tristeza e os maus pressentimentos, que destroem o ânimo e debilitam o esforço e a esperança do nosso povo.

Com amor e responsabilidade, devemos ministrar e cuidar desse presente tão significativo que Deus nos deu, para que assim, ele seja usado exclusivamente como instrumento de exaltação ao seu glorioso nome para todo o sempre, AMÉM.

M.M. Pr. Edvaldo Sousa

PIB Nilópolis

UM CHAMADO À ORAÇÃO

Nossa Igreja mantém um culto que poucas pessoas conhecem. Ele acontece todos os dias às 07h na sala de oração. O grupo normalmente é pequeno, nunca ultrapassa vinte pessoas, mas já funcionou com cinco, três e até uma única pessoa. Graças a Deus por esse irmão que esteve ali e não deixou que a chama se apagasse.

Em 1994 o líder deste grupo era o irmão José Jerônimo. Perguntei se sabia quando o culto tinha começado e ele respondeu: “Não sei Pastor, quando eu cheguei em 1957 ele já existia”. Procurei saber com a irmã Hilda Gonçalves, mãe da diaconisa Dazilza, mas ela também não sabia. Perguntei a outros (todos já na glória), mas ninguém soube responder. Perguntei então à irmã Carminha Camerino que sabia tudo da Igreja, mas para minha decepção ela também não sabia.

Quando e quem começou este culto não importa, importa é que ele é uma instituição viva, poderosa, singela e muito discreta na vida da PIBN. Lembro-me ainda na década de 90 quando o irmão José Lins me procurou dizendo que uma irmã (Edith Berriel) tinha sido curada pelas orações dos irmãos no culto e como gratidão queria dar seu testemunho à Igreja. Ela não apenas deu seu testemunho como também abriu as porta de sua casa como um ponto de pregação, e posteriormente pela sua integridade ganhou seu esposo para o Senhor Jesus.

A irmã Julia Vieira foi outra que deu grande parte da sua vida a este culto. Ela acordava sistematicamente às 05h, fazia sua devocional e atividades físicas e chegava cedo à Igreja. Motivado por sua dedicação, o diácono Odyr Xavier pediu cópia das chaves para que pudessem entrar quando chegassem e não ter que esperar pelos empregados da Igreja, que vez por outra se atrasavam.

Há lindas histórias ligadas a esse culto, e quem já participou sabe como faz bem começar o dia em comunhão com os irmãos e em oração. O culto é objetivo, direto, tem hora de começar e terminar. Quase sempre se canta um ou dois hinos, uma breve leitura bíblica e todos têm a oportunidade de fazer pedidos e orar. Simples assim. Apesar disso, ele tem experimentado um esvaziamento devido às enfermidades de uns e às limitações físicas de outros, por isso estamos aqui fazendo este apelo: Não deixem que essa chama se apague!

Na verdade, este depoimento é uma convocação e… UM VERDADEIRO CHAMADO À ORAÇÃO.

Pastor Levy de Abreu Vargas

Adoradores

Antes que o telhado caia!

Um dos primeiros constrangimentos que causei à Igreja este ano foi quando disse no púlpito que o SENHOR NÃO PROCURA ADORAÇÃO, E SIM ADORADORES. Estávamos iniciando a série de mensagens sobre a Excelência de Vida Cristã e nosso primeiro objetivo era colocar ordem nas coisas, pois a vida do adorador precede em muito a adoração.

Se o Senhor tem apenas dois planos para seus filhos (Salvação e Santidade), significa que a adoração não é a questão principal. Depois de salvos, nosso grande propósito é a santidade, pois a santidade nos torna melhores adoradores, enquanto a adoração sem santidade é apenas uma grossa pantomina para não dizer uma barata bajulação.

Está em desuso hoje, mas foi muito popular no passado a figura da carpideira, ela era uma figura emblemática que emprestava sua “emoção” para chorar defuntos mal amados. Ao final da cerimônia, recebia seu cachê e ia para outra capela “prantear” outro defunto cujos familiares pagassem por seus serviços.

Infelizmente estamos vivendo esta praga dentro das nossas Igrejas. Adoradores profissionais estão emprestando seus serviços para conduzir a Igreja à adoração e ao final do culto (às vezes antes) pegam seus instrumentos e batem em retirada, pois o cachê, já receberam semanas antes da apresentação. Isso só acontece por conta da nossa absoluta vaidade e falta de sabedoria. Estamos empregando o ímpio para fazer aquilo que os santos não querem aprender a fazer.

Isso não acontece só com a música, mas acontece mais com a música. Dentro da própria Igreja vivemos de forma velada o estrelismo, o exclusivismo, a vaidade e a falsa piedade. Não são todos, na verdade são poucos, mas estes poucos têm contaminado o corpo inteiro e por conta disso é preciso orar, vigiar e trabalhar.

O Senhor não procura adoração, Ele procura adoradores, adoradores que O adorem em espírito e em verdade e a adoração não é parte do culto, nem mesmo parte da vida, a adoração é a própria vida do adorador. Ela é fruto da comunhão, da intimidade e sobretudo da aliança que devemos ter uns com os outros para que nossa vida seja edificada e sejamos bênçãos para nós mesmos e para o Reino de Deus. Na Vida Cristã o carisma sem o caráter é tão falso quanto uma nota de sete reais.

Por conta dessas e de outras questões é que estaremos nos reunindo hoje. Não vamos esperar que a chuva caia para consertar o telhado, vamos consertar o telhado antes que ela caia e leve o telhado junto.

Pastor Levy de Abreu Vargas